quarta-feira, 25 de março de 2009

Duas ou três explicações

Isto de blogues e tal, não é para mim como peixe na água. É mais como pé ante pé, de nenufar em nenufar... Porém, isso não explica as omissões que passo a descrever, com pedido de desculpa aos visados. A isto se chama começar bem...

A imagem de rochedo e mar é galega, fotografada pela minha amiga Liliana. Já a M. José foi quem me ofereceu a pequena escarpa de lages que pende sobre o rio Ponsul. Sobre o "mural" que tem inserto um poema meu sobre a Raia, o quadro é do meu amigo Luis Silveira, cujo título é justamente Primavera na Raia, o local é a Escola da Mata e a ocasião foi o lançamento da monografia de outro meu amigo, o Manuel Barata, intitulada Mata-Um Falar Peculiar e Outras Curiosidades.
Feitos estes reparos - e não creio, pra mal dos meus pecados, que não repita - resta-me dizer que os poemas publicados são, por enquanto, meus.

2 comentários:

  1. E para que queria eu os teus poemas? Um tal Carl Marx, noutros tempos Carlos Marques, afirmou que o estilo é a nossa única propriedade privada.
    E eu acho que o tipo tinha razão. Penso que continua a ter razão.
    Abraço.

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  2. MEU CARO JOÃO, BEM HAJA POR MAIS ESTE LUGAR DE ENCONTRO DAS PALAVRAS E TB DEENCONTRO AS PALAVRAS.FORTE ABRAÇO. POR AQUI E POR ALI NOS VAMOS ENCONTRANDO.FORTE ABRAÇO

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