De braço erguido, uns, revoltados outros sem saber erguer os braços, muitos apenas de dentes cerrados, davam vivas e abaixos, conforme os casos. Fazia aflição de os ver a todos, a gritar coisas simples, da ocasião; era um mar de povo, gente a rodos, fazendo pela vida, exigindo o pão. Nos cartazes e panos, em letras garrafais, impunham soberania e, em verdade nua e crua, aos vilões a soldo, ministros serviçais, apontavam-lhes um só caminho: Rua!