Tivesse eu o ensejo
de pintar um azulejo
naif, como é o vosso,
pintava-o com um abraço
(um abraço, é como o vejo)
e as cores do Alentejo.
Pintava em postura ufana
dois cravos com forma humana
numa planície sem fim,
uma seara e um jardim.
Em seguida, o espaço – Viana,
e nele, o Joaquim e a Ana.
de pintar um azulejo
naif, como é o vosso,
pintava-o com um abraço
(um abraço, é como o vejo)
e as cores do Alentejo.
Pintava em postura ufana
dois cravos com forma humana
numa planície sem fim,
uma seara e um jardim.
Em seguida, o espaço – Viana,
e nele, o Joaquim e a Ana.
















