1. Todas as manhãs nos cumprimentávamos como velhos conhecidos. Eu, com o mal ataviado assobio de madrugador, digo, ainda com hálito semelhante a papeis de música e julgando o meu gesto por saudação, mais não suscitava, para além do desassossego, e eles, pobres deles, respondiam: davam-me em troca música para os ouvidos em seu chichorrobio de poucos amigos. Os pássaros sempre nidificaram no meu peito; aí cantam melhor ao coração.
2. Convencido, jurei sempre: os pássaros nunca assobiam para o lado, nunca!