porque não estou lá, perto de Grândola. Tampouco de Nova Iorque porque nunca lá passei, bem como da Lua, que vejo sempre daqui. Este poema leva uma data de tempo em que permaneço por aqui, no universo.
Não faz o meu género e ainda menos o delas. Na capoeira, que é o seu lugar, na panela, que é o seu destino, mas num poema para quê se apenas eu esgravato? Nunca me tinha acontecido galinhas invadirem-me um poema (primeira e última) Vou correr com elas de vez.
entre as veias e a memória (creio que é por aí…) Muitos ficam irreconhecíveis; aguados de náufragos vocábulos, onde as palavras socorristas não chegam ou não lhes podem valer. Chega mesmo a acontecer ao verso afoito e já metáfora perder o poema, ainda a caminho, algures, preso ao âmnio preguiçoso.