Esta perturbante fotografia foi-me enviada através de e- mail por Rui Tomás Monteiro, meu bom amigo de há muitos anos, com um fim diverso e mais saudável daquele em que agora a apresento. Numa segunda “leitura” acabei por interpretá-la doutra forma e saiu o poema que aqui deixo.
Magoa a malvada dor de não saber se é já o sofrimento ou a mágoa antecipada de não o suportar. Malvada dor que tudo corrói e dói já não sei onde e de magoar tem atrevimento.
Uma coisa é a dor e essa aguento; pior é a mágoa que a dor esconde.