Haverias de sair para ser gente, gesta imaculada deste povo crespo e arredio, que de seu só sabe o quanto presta se de si mesmo ouvir de outros elogio.
Deram o teu nome à minha escola, fizeram dele mais coisas de aprender, Amato. Mas sabe a pouco, cheira a esmola, pelo muito que há ainda por fazer.
Em estátua tens a verdade nua e crua: foi-te a vida de saberes e de degredo e agora, quieto, que apontas para a lua, há quem insista e te olhe para o dedo.