Por um só momento quero ser o odor moribundo da cera lentamente derretida e em plena procissão vestir a pele dum deus vermelho e alquimista que, sobre a finura da custódia, solene, para que me sintas mágico; mágico, para que me sintas o hálito em chama, te iluda o cântico e, enfim, possas caminhar de pé. Por um só momento quero duplicar-te frente a frente, para que chores a tua alma subaproveitada.