Um dia destes atiro os poemas ao ar e dou um grito. Não sabereis de tal asneira pelos jornais, mas antes por alguém aflito a protestar pelo entupimento da caleira.
Poesia é os versos que escorrem do telhado e não os meus papeis perversos, o pergaminho, que entopem pingo a pingo o algeroz do vizinho.
Ah! Atendam a criatura. Por mim é tarde demais, sem demagogia. Acudam a quem sofre de sérias aflições, não aos versos em papel e literatura afim: estou nas tintas para qualquer antologia.