
(Refrão)
O teu abraço é brandura,
o teu calor é um beijo,
quando meu corpo procura
todo o sol do Alentejo.
O teu abraço é brandura,
o teu calor é um beijo,
quando meu corpo procura
todo o sol do Alentejo.
Após o trigo segado
fico mais perto de ti,
como pássaro encantado,
debicando aqui e ali,
sementes de amor e pão,
que saciam o desejo
e as fomes do coração
em Viana do Alentejo.
Bons Aires cuidem Viana,
seu chão duro de mármore,
por cada grão que emane,
cada fruto e cada árvore.
De tanto caminho andado,
romeiro de montes e fráguas,
quero o meu corpo lavado
no fresco das tuas águas.
Dá-me do que melhor tenhas
- se ainda houver ensejo –
quero das tuas entranhas
o sangue do Alentejo:
- uma quarta d’água fresca
por mãos de mestre talhada,
do sangue novo que resta,
e retorno à caminhada.
fico mais perto de ti,
como pássaro encantado,
debicando aqui e ali,
sementes de amor e pão,
que saciam o desejo
e as fomes do coração
em Viana do Alentejo.
Bons Aires cuidem Viana,
seu chão duro de mármore,
por cada grão que emane,
cada fruto e cada árvore.
De tanto caminho andado,
romeiro de montes e fráguas,
quero o meu corpo lavado
no fresco das tuas águas.
Dá-me do que melhor tenhas
- se ainda houver ensejo –
quero das tuas entranhas
o sangue do Alentejo:
- uma quarta d’água fresca
por mãos de mestre talhada,
do sangue novo que resta,
e retorno à caminhada.